sábado, 21 de agosto de 2010

Dia 347 - Será a internet a verdadeira "Ilha de Lost?"

 
              Eu tenho uma teoria que, se não me render um Oscar de Ficção, certamente renderá uma boa esquizofrenia. Eu sinto que o mundo virtual é a verdadeira "Ilha de Lost". Acho que nosso comportamento está o tempo todo sendo testado e avaliado por gente com bem mais poder sobre nós do que imaginávamos. Estou falando de orkut, facebook, twitter, Google, MSN & cia.
              Acho que, ao poucos, estas pessoas estão nos enfraquecendo a saúde e a cachola, além dos nossos relacionamentos. Quem aqui não conhece pelo menos um casal que se separou por causa do orkut, ou MSN ou sei lá qual dessas pragas?
                A verdade é que estamos dormindo pior, comendo pior (muitas vezes um rápido sanduíche na frente do computador) e nos relacionando pior já que não saímos do computador e já que temos mais amigos dentro do que fora.
                  Às vezes, sinto tanta falta de K.J., mesmo ele estando ao meu lado (grudado em algum treco desses). Às vezes, acho que para ele nitidamente o mundo virtual é muito mais cool que o real e que seria ótimo se eu virasse um avatar que morasse lá, dentro de algum programa do Milestone dele ehehehehe. E eu sei que ele gosta muito de mim. Idem!
                  K.J. já não se satisfaz mais com um simples cinema, ou passeio de mãos dadas pela praça ou com um sorvete colorê domingo à tarde, no solzão. Ele fica inquieto quando está longe da bagaça eletrônica.
                   Quanto a mim, o caso também é sério. Migrei para a internet em 95. Fui a primeira publicitária a sair de uma grande agência para "morar" e trabalhar nessa selva louca e desconhecida. Também sou viciada, mas ainda curto todas essas coisas que descrevi acima.

Leia a reportagem na integra no link : 
http://vigilantesdaautoestima.zip.net/arch2010-08-15_2010-08-21.html#2010_08-20_00_31_57-6616746-0

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A Lenda do Fiat 147

 
Certo dia, eu estava na estrada com o meu FIAT 147 e, como era de se esperar, a jabiraca quebrou.
Então, encostei o 'podrão' no acostamento e fiquei esperando alguém  passar. 
 Apareceu um Porsche Boxter bi-turbo, a 170km/h. Nisso, o cara do Porsche dá marcha-ré e volta até o FIAT. 
 Ele se oferece para rebocar a porra do FIAT, e eu aceitei a ajuda, mas pedi para não correr muito senão a jabiraca desmontava (óbvio).
 E combinei que piscaria o farol toda vez que o Porsche estivessecorrendo demais. Então, o Porsche começou a rebocar a jabiraca e toda vez que passava de 60km/h, eu fazia sinal com o farol (no singular mesmo), porque  para variar um deles estava em curto e não funcionava.
 E o cara do Porsche ia puxando a 'batedeira' a 60 km/h no máximo morrendo de tédio... 
 Então aparece um Mitsubishi 3000 GT, que intima o Porsche, este não deixa barato e vai pro pau! 120, 130, 150, 190, 210, 240 km/h...
 Eu já tava desesperado, piscando o farol que nem um louco, e os dois alinhados... 
 Os caras passam por um posto policial, mas nem vêem o radar, que registra impressionantes 240 km/h!! Então, o policial avisa pelo rádio o próximo posto:
 'Atenção, um Porsche vermelho e um Mitsubishi preto disputando racha a mais de 240 km/h na estrada, e... juro pela minha santa mãezinha...  um FIAT 147 colado na trazeira deles dando sinal de luz para   ultrapassar! !!

domingo, 15 de agosto de 2010

Sexo com Cultura é outra coisa....

Você sabia que antigamente, na Inglaterra, as pessoas que não fossem da família real  tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais?
Por exemplo: quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir consentimento ao Rei, que, então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a frase 'Fornication Under Consent of the king' (fornicação sob consentimento do rei) = sigla F..U.C.K.., daí a
origem da palavra chula FUCK.
Já em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações: 'Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo' = sigla
F.O.D..A., daí a origem da palavra FODA.
Por sua vez, quem fosse solteiro ou viúvo, tinha que ter na porta a frase: 'Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida', sigla P.U.N.H.E.T.A.

Vivendo e aprendendo...
A gente pode até dizer palavrão,mas com conhecimento e cultura é outra coisa!

Solteiro, sim, e muito feliz RENATA RODE Colaboração para o UOL

Reportagem RENATA RODE Colaboração para o UOL

O novo solteiro não tem mais o estereótipo da pessoa encalhada, afinal a solteirice, hoje, é uma opção para muitos

Foi-se o tempo em que estar solteiro era sinônimo de tristeza ou infelicidade. O Dia do Solteiro, comemorado dia 15 de agosto, tem uma agenda de compromissos tão disputada quanto vaga em time de futebol na Copa do Mundo. Afinal, a quantidade de pessoas descompromissadas aumenta a cada dia, e o crescimento nas taxas de divórcio pode ajudar a explicar o fenômeno. Segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em 2000, são mais de 74 milhões de solteiros e cerca de 11 milhões de separados ou viúvos no Brasil.
                Essa mudança comportamental é alimentada ainda pelo fato de existir maior liberdade sexual para ambos, homens e mulheres, mesmo que ainda haja resquícios de machismo social. “Ainda hoje as mulheres mais atiradas são vistas de maneira negativa pela sociedade, mas em contrapartida, elas estão mais exigentes e passaram a entender que sem ousadia não há conquista. A vida é uma aventura. Nenhuma mulher deseja morrer de tédio”, explica Silmar Coelho, doutor em psicologia e liderança pela Universidade Oral Roberts, Tulsa, Estados Unidos.
                “Acredito que a maior vantagem de ser solteiro esteja ligada às realizações das atividades do seu cotidiano. Nossa geração em geral é individualista, materialista, imediatista e, geralmente, o relacionamento acaba desviado para um sentido que não favorece o bem-estar do casal. Compromissos como o trabalho, o estudo ou mesmo as metas pessoais tomam mais tempo do que a dedicação ao seu par. No momento, para mim o ideal é mesmo permanecer solteiro e evitar desgastes desnecessários”, declara o empresário Fernando Lima, 29 anos, um solteiro convicto.