sábado, 27 de agosto de 2011


“Dê-me tua mão que te direi quem és. E em minha silenciosa escuridão, mais claro que o ofuscante sol, está tudo que desejarias ocultar de mim.Mais que palavras, tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer. Veementes de ansiedade ou trêmulas de fúria, verdadeira amizade ou mentira, tudo se revela ao toque de uma mão: quem é estranho, quem é amigo.
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão. Dê-me tua mão que te direi quem és”.
Natasha - Borboletas de Zagorsk  003apb1c

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

É pra rir mas é pura verdade!!


O dia a dia de um casamento.....

Ontem, minha esposa e eu estávamos sentados na sala, falando das muitas coisas da vida. 
Falávamos de viver; morrer. Então, eu lhe disse:

-Nunca me deixe viver em estado vegetativo, dependendo somente de máquinas e líquidos. Se você me vir nesse estado, desligue tudo o que estiver me mantendo vivo, por favor!

Ela se levantou, desligou a televisão, o computador ,o ventilador e jogou minha cerveja fora. 

Não é uma filha da Puta?


kkkkk ( adorei isso --> Léa)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

CARTA ABERTA AO BRADESCO...

Esta carta foi enviada ao Banco Bradesco, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direcionada a todas as instituições financeiras. Tenho que prestar reverência ao  brasileiro(a) que, apesar de ser altamente explorado(a), ainda consegue manter o bom humor.

Senhores  Diretores do Bradesco,


Gostaria de saber se os  senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do  posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria assim: todo mês os senhores, e  todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não garantiria  nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente  apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.

Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.

Minha certeza  deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho.  O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço..
Além disso,  me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra  'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me  cobraram preços de mercado.  Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os  senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito'  - equivalente  àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.

Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'.
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a  padaria.

Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente  embolsado.
Fiquei  com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos
gerentes inescrupulosos.

Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.
 Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
 Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta'  semelhante  àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.

 A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre -  uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
 Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
 Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza,  gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto  estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me  esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é  muito grande, que existem inúmeras exigências  governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está  devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.

Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio  de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma  padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.

Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, vocês concordam o quanto são abusivas.!?!

Por que não fazemos nada???


A Carta publicada no Globo       Por Gil Cordeiro Dias Ferreira
 
Que venha o novo referendo pelo desarmamento. Votarei NÃO, como da primeira vez, e quantas forem necessárias. Até que os Governos Federal, Estaduais e Municipais, cada qual em sua competência, revoguem as leis que protegem bandidos, desarmem-nos, prendam-nos, invistam nos sistemas penitenciários, impeçam a entrada ilegal de armas no País e entendam de uma vez por todas que NÃO lhe cabe desarmar cidadãos de bem.
Nesse ínterim, proponho que outras questões sejam inseridas no referendo:
·       Voto facultativo? SIM!
·       Apenas 2 Senadores por Estado? SIM!
·       Reduzir pela metade os Deputados Federais e Estaduais e os Vereadores? SIM!
·       Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso, e NÃO por nepotismo? SIM!
·       Reduzir os 37 Ministérios para 12? SIM!
·       Cláusula de bloqueio para partidos nanicos sem voto? SIM!
·       Fidelidade partidária absoluta? SIM!
·       Férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes? SIM!
·       Ampliação do Ficha-limpa? SIM!
·       Fim de todas as mordomias de integrantes dos três poderes, nas três esferas? SIM!
·       Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público? SIM!
·       Fim dos suplentes de Senador sem votos? SIM!
·       Redução dos 20.000 funcionários do Congresso para um terço? SIM!
·       Voto em lista fechada? NÃO!
·       Financiamento público das campanhas? NÃO!
·       Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!
·       Maioridade penal aos 16 anos para quem tirar título de eleitor? SIM!
Um BASTA! na politicagem rasteira que se pratica no Brasil? SIM !!!!!!!!!!!
 
"O dinheiro faz homens ricos; o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz homens grandes."

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Você sabe o que fazer com o seu lixo eletrônico?

Você sabe onde descartar computadores, baterias de celulares, CDs, DVDs ou qualquer equipamento
eletrônico? Por meio de um site, chamado E-lixo Maps, você descobre onde há um posto de coleta e
reciclagem de lixo eletrônico mais perto você.

Para ajudar a diminuir o impacto ambiental do lixo eletrônico, o Instituto Sergio Motta, em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, desenvolveu a ferramenta de
busca que abrange todo o Brasil, por meio da plataforma do Google Maps.

Como utilizar o site?

Para utilizar é simples: basta informar o endereço completo e o tipo de lixo que precisa descartar. O site localiza em seu cadastro quais são os postos mais próximos.

O Banco de Postos do site conta com o cadastramento contínuo de novos estabelecimentos - muitos
deles indicados pelos próprios usuários.

Acesse o site www.e-lixo.org, descarte o lixo corretamente e cuide do planeta!